07/03 - Por que a China não para de fazer mega prédios residenciais

Urbanização em massa, especulação e sede de projetos pelos governos locais deixam um rastro de verticalização – e algumas cidades fantasma pelo caminho

 

Quarteirão atrás de quarteirão de prédios residenciais que esticam até onde o olho pode alcançar. Esta visão é cada vez mais comum para quem atravessa as ruas da China

Mesmo quando não batem recordes mundiais, os prédios residenciais de altura elevada são sinal de um mercado imobiliário repleto de oportunidades – e de riscos também.

Não é que a demanda seja insuficiente: muito pelo contrário. O país tem 1,3 bilhão de habitantes e passa por um processo de migração do campo para as cidades sem precedentes na história da humanidade. Mas a especulação e incentivos perversos estão criando algumas distorções.

Histórico

Tudo começou com a liberalização do mercado a partir do início de 1999. O governo decidiu que deixaria de alocar os chineses e passaria a incentivar a construção e posse individual de propriedades.

Isso levou a uma explosão imobiliária vertiginosa: o setor foi responsável por 25% do investimento total e 12,5% do PIB do país em 2012.

Para David Kelly, chefe de pesquisa da consultoria China Policy, é um desastre esperando para acontecer: “Nunca houve uma bolha imobiliária tão grande quanto essa. Já deveria ter estourado muito tempo atrás. Isso é claramente insustentável e todo mundo sabe disso.” 

Fonte: Exame Online

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